O COMEÇO
Na verdade o embrião de tudo surgiu na semana anterior ao carnaval de 2005 quando o João viciado em jogo Batista, acompanhado do amigo Carlos Zidane Prado, foi na loteria da neguinha gostosa pra cacete Maria Helena, que perguntou a ele em que bloco desfilaria no carnaval, João, que de bobo não tem nada, de pronto assumiu que era broxa e respondeu: – Vou sair no bloco do “É MOLE MAS É MEU!” – Riso geral.
Empolgado com o sucesso da piadinha na loteria, João aterrisou em sua mesa para continuar enrolando trabalhando até o final do expediente e contou o caso a seu colega de enrolação trabalho Marcelo, que por sua vez, com um tino comercial fantástico e sua ridícula vasta experiência em marketing achou este um excelente nome para um bloco de broxas desocupados carnaval. Imediatamente, entre risos, surgia aquele que seria o grande bordão do bloco: É MOLE, MAS É MEU. MAS SE FICAR DURO, É SEU!!!!!
Iniciava-se ai a trajetória do É mole, com a colaboração do Hans Fidélis e seus conhecimentos de informática, descendente da família do grande Barão de Von Cefüder e do João Jonny be good Damasceno, grande mecenas da empresa quase quase, que por incrível que pareça paga salário a esta trupe para, durante o expediente, inventar essas merdas, os dois desocupados empreendedores do samba elaboraram a primeira logo surgindo assim a primeira idéia para a camisa e, com a colaboração do grande e famosíssimo compositor Paulinho Olho de Gato, foi feita a letra do primeiro samba, que mais tarde, devido à imensa falta de criatividade e preguiça de fazer um novo sua genialidade se transformaria em hino.
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