É mole…
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Jul
02

Com a letra pronta, as camisas encomendadas foi a hora de correr atrás de parceiros (isso é coisa de viado) patrocínio para viabilizar o evento, após horas de negociação e após muitos chopes, conseguimos convencer o dono de uma enorme rede de bares e restaurantes, o supra sumo dos  pés-sujos do Rio de Janeiro, o conhecidíssimo Yellow Bar, que nos cedeu espaço na calçada de frente e forneceu a cerva a preço de mercado para a galera e de graça para nós, afinal, fizemos todo o trabalho sujo de convencimento e alguém precisa se dar bem na parada.

Cerveja garantida era a hora de dar um toque de seriedade a bagaça e nosso amigo Marcelo Duda Mendonça Garrit, nosso marketeiro de plantão, acionou sua espantosa lista de um contato e ligou para Ana Pró-Sex Lúcia, que trabalha na BEMFAM e descolou a distribuição de folhetos explicativos sobre DST’S e, é claro, de camisinhas para a galera. Graças a espantosa lista de contatos de nosso marketeiro, ainda arrumamos um otário cara maneiro para imprimir os folders com a letra do samba, e outro para divulgar na  Nativa FM  em troca de sorteio de Brindes na programação da rádio, nossos agradecimentos ao Cláudio mané Nocera e ao Fernando Sami Santos respectivamente.

O evento de abertura rolou dia 03/02/2006 e foi muito legal, com a colaboração da bateria do Bloco Cara Preta da Barão, a galera bebeu, sambou, bebeu, cantou, bebeu, brincou, bebeu (hic), beijou, bebeu, bebeu de novo, opa tira a mão daí porra… Enfim, foi uma pegação só sucesso, que se repetiu nos outros eventos e deixou a galera com água na boca para saber o que rolaria mais adiante, afinal, a copa estava por vir, o hexa para chegar, a galera doida para gritar é campeão, mas ai o Roberto filho da puta Carlos, o jogador não o Rei, resolveu ajeitar o meião…..

Confira as fotos do carnaval 2006.

 

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Jun
28

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Na verdade o embrião de tudo surgiu na semana anterior ao carnaval de 2005 quando o João viciado em jogo Batista, acompanhado do amigo Carlos Zidane Prado, foi na loteria da neguinha gostosa pra cacete  Maria Helena, que perguntou a ele em que bloco desfilaria no carnaval, João, que de bobo não tem nada, de pronto assumiu que era broxa e respondeu: – Vou sair no bloco do “É MOLE MAS É MEU!” – Riso geral.

Empolgado com o sucesso da piadinha na loteria, João aterrisou em sua mesa para continuar enrolando trabalhando até o final do expediente e contou o caso a seu colega de enrolação trabalho Marcelo, que por sua vez, com um tino comercial fantástico e sua ridícula vasta experiência em marketing achou este um excelente nome para um bloco de broxas desocupados carnaval. Imediatamente, entre risos, surgia aquele que seria o grande bordão do bloco: É MOLE, MAS É MEU. MAS SE FICAR DURO, É SEU!!!!!

 Iniciava-se ai a trajetória do É mole, com a colaboração do Hans Fidélis e seus conhecimentos de informática, descendente da família do grande Barão de Von Cefüder e do João Jonny be good Damasceno, grande mecenas da empresa quase quase, que por incrível que pareça paga salário a esta trupe para, durante o expediente, inventar essas merdas,  os dois desocupados empreendedores do samba elaboraram a primeira logo surgindo assim a primeira idéia para a camisa e, com a colaboração do grande e famosíssimo compositor Paulinho Olho de Gato, foi feita a letra do primeiro samba, que mais tarde, devido à imensa falta de criatividade e preguiça de fazer um novo sua genialidade se transformaria em hino.

Abr
17

Aguarde!